
Camões descrevia-o como "...quase agigantado, cabelo castanho e mui comprido, a boca grossa, o rosto e o nariz comprido. Todas as suas cousas foram cheias de majestade e grandez e ânimo."
Por mais programas televisivos que façam para tentar escolher outro, ele será sempre a maior figura de todos os tempos, graças a ele somos um Pais. Se fosse vivo ficaria orgulhoso de sermos independentes e soberanos mas ficaria triste ao ver um povo acomodado, sem ânimo, pessimista e com tanta falta de orgulho naquilo que ele criou.
Foi a 6 de Dezembro de 1185 que morreu El Rei D. Afonso Henriques
"Os altos promontórios o choraram
E do rio as águas saudosas
Os semeados campos alagaram
Com lágrimas correndo piedosas;
Com fama, suas obras valorosas
Que sempre no seu Reino chamarão:
Afonso, Afonso! - os ecos, mas em vão."
(Canto III, estância 84, Os Lusiadas)
Por mais programas televisivos que façam para tentar escolher outro, ele será sempre a maior figura de todos os tempos, graças a ele somos um Pais. Se fosse vivo ficaria orgulhoso de sermos independentes e soberanos mas ficaria triste ao ver um povo acomodado, sem ânimo, pessimista e com tanta falta de orgulho naquilo que ele criou.
Foi a 6 de Dezembro de 1185 que morreu El Rei D. Afonso Henriques
"Os altos promontórios o choraram
E do rio as águas saudosas
Os semeados campos alagaram
Com lágrimas correndo piedosas;
Com fama, suas obras valorosas
Que sempre no seu Reino chamarão:
Afonso, Afonso! - os ecos, mas em vão."
(Canto III, estância 84, Os Lusiadas)
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